É fake que a Coca-Cola diminuiu o tamanho das garrafas no Brasil devido ao governo Lula. A empresa afirmou que ajustes são parte da estratégia global para atender variados públicos.
Circulam postagens falsas associando a redução do tamanho das garrafas de Coca-Cola no Brasil ao atual governo. No entanto, essa informação é desmentida oficialmente pela empresa.
A Coca-Cola reforça que continua comercializando seus tradicionais tamanhos no país e que a medida mencionada integra um projeto global para diferentes ocasiões e bolsos.
Veja a seguir detalhes da estratégia da companhia e o posicionamento oficial sobre o caso, com dados e declarações recentes.
A mentira sobre a redução das garrafas no Brasil
Segundo informações obtidas pelo Fato ou Fake, a Coca-Cola negou a existência de qualquer diminuição do volume das embalagens de 2 litros no Brasil.
A postagem falsa que viralizou nas redes sociais fala de uma embalagem reduzida para 1,25 litro no país, vinculando isso a uma suposta perda do poder de compra da população no governo Lula.
A assessoria da empresa explicou que essa narrativa não corresponde à realidade. A embalagem de 1,25 litro, embora mencionada, não será comercializada no Brasil, e tampouco a redução foi motivada por razões políticas ou econômicas nacionais.
Estratégia global e portfólio diversificado
Henrique Braun, presidente global da Coca-Cola desde março, destacou em entrevista que a empresa busca oferecer uma gama variada de embalagens para diferentes bolsos e ocasiões.
Em mercados como os Estados Unidos, a companhia lançará a embalagem de 1,25 litro para dar maior flexibilidade ao consumidor em meio à inflação elevada.
Já no Brasil, segundo a empresa, continuam disponíveis diversas opções em vidro, PET e lata, incluindo garrafas de 1 litro, 2 litros, 2,5 litros e outras, tanto retornáveis quanto não retornáveis.
Resultados financeiros e crescimento no Brasil
Em relatório divulgado em abril de 2026, a Coca-Cola oficializou resultados financeiros acima do esperado, com crescimento no volume de vendas na América do Sul.
No Brasil, o volume de vendas cresceu 3,6% e a receita alcançou aproximadamente US$ 1,2 bilhão, alta de 5% em relação ao ano anterior.
Esses números reforçam o posicionamento da companhia no mercado nacional e apontam que a estratégia não inclui redução das embalagens tradicionais no país.
Conclusão e esclarecimentos finais
A Coca-Cola deixou claro que não há previsão para lançar ou retomar embalagens de 1,25 litro no Brasil, que a garrafa de 2 litros permanece disponível e que a empresa trabalha para oferecer um novo portfólio alinhado às necessidades dos consumidores em diferentes contextos.
Portanto, a associação entre a redução das garrafas de Coca-Cola no Brasil e o governo Lula é infundada, uma informação falsa que já foi desmentida pelas fontes oficiais da empresa.
Com informações de G1
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