Apple vai reajustar preços devido ao aumento nos custos de chips de memória, afetando iPhones, Macs e iPads.
A Apple anunciou que vai aumentar os preços de seus produtos em resposta à alta dos custos dos chips de memória. O CEO Tim Cook revelou que os reajustes são inevitáveis para garantir a sustentabilidade dos negócios.
Segundo o Wall Street Journal, o iPhone 18 Pro pode custar até US$ 200 a mais a partir de setembro, quando é esperado o lançamento do modelo dobrável da linha. Outros dispositivos, como Mac e iPad, também podem sofrer ajustes.
Este cenário acontece devido à redução da oferta de chips de RAM, que são essenciais para o funcionamento de celulares, computadores e outros aparelhos eletrônicos. A Apple tenta minimizar impactos para os consumidores, mas enfrenta aumentos que considera insustentáveis, segundo o CEO.
Aumento dos custos dos chips de memória impacta preços
Conforme informação divulgada pelo Wall Street Journal, o CEO da Apple, Tim Cook, afirmou que a empresa está enfrentando um aumento significativo nos custos dos chips de memória, especialmente os chips de RAM. Este componente é crucial para manter temporariamente os dados usados pelos aparelhos, garantindo a fluidez de aplicativos e sistemas.
Os fabricantes de chips estão focando seus investimentos em unidades avançadas para data centers de inteligência artificial, o que reduz a oferta dos chips de memória tradicionais usados pela Apple. O executivo explicou que os preços de matéria-prima vêm subindo de forma exagerada e os fabricantes repassam esses custos aos clientes.
Reajustes nos preços dos produtos Apple previstos para setembro
O aumento nos preços deve começar antes mesmo do lançamento oficial do iPhone 18, previsto para setembro de 2026. Segundo projeções do Wall Street Journal, o modelo iPhone 18 Pro pode ficar até US$ 200 mais caro. Além dos celulares, os preços de Mac e iPad também devem ser impactados.
Tim Cook não detalhou quais outros produtos terão reajustes nem a data exata de quando as mudanças passarão a valer. Apesar dos preços subirem, a Apple tenta proteger o máximo possível seus clientes dos aumentos.
Mercado de smartphones enfrenta queda histórica nas vendas
O cenário complicado para o mercado de smartphones também contribui para as decisões da Apple. A consultoria IDC projeta a maior queda histórica nas vendas de smartphones para 2026, com uma redução de 12,9% no volume global, somando 1,1 bilhão de unidades vendidas.
A recuperação do mercado só deve começar a partir de meados de 2027, com crescimento estimado em 2%, e uma melhora mais consistente em 2028, com alta prevista de 5,2%. A conjuntura dificulta ainda mais o equilíbrio dos custos e preços para as fabricantes.
Impactos para o consumidor e mercado de tecnologia
O aumento no preço dos produtos da Apple pode afetar a decisão de compra dos consumidores, que já enfrentam um mercado de tecnologia em retração. A escassez e a valorização dos chips de memória, essenciais para diversos dispositivos, têm causado pressão sobre toda a cadeia produtiva.
Os chips de RAM são usados não só em celulares e computadores, mas também em smart TVs, tablets, videogames, relógios inteligentes, entre outros aparelhos, o que demonstra o impacto amplo do aumento dos custos.
Para o consumidor, a notícia alerta para o momento de desafio na compra de produtos eletrônicos. A Apple, enquanto uma das maiores marcas do setor, sinaliza que a alta nos custos de componentes é um fator de peso para a elevação dos preços.
Com informações de G1
Aviso Legal:
O Noticias ES reúne, em um único lugar, as principais notícias publicadas pelos maiores portais do Espírito Santo. Organizamos e centralizamos as informações mais relevantes para que você acompanhe os acontecimentos do Estado com praticidade, transparência e respeito às fontes originais.