Chester e Fiesta crescem mais que frangos comuns graças à genética, garantindo maior peso e mais carne para as ceias de Natal
As aves especiais para o Natal se destacam pelo tamanho e sabor, resultado de uma seleção genética cuidadosa.
Esses produtos não são diferentes das aves comuns, mas apresentam diferenças importantes no peso e rendimento.
Confira por que o Chester e o Fiesta são preferidos nas festas e o que os torna tão especiais.
O que torna o Chester e o Fiesta maiores que o frango do dia a dia
Conforme informação divulgada pelo G1, o Chester e o Fiesta, muito consumidos nas festas de fim de ano, não são outra espécie de ave, mas sim frangos comuns que passam por um processo de seleção genética.
Essa seleção permite que eles cresçam mais rapidamente e atinjam um peso maior em relação aos frangos que encontramos no dia a dia nos supermercados.
O resultado é uma ave com mais carne, especialmente nas partes que agradam mais ao consumidor, como o peito e as coxas.
Por que a ceia de Natal prefere essas aves maiores
O Natal pede uma mesa farta e com pratos que agradem a família e os convidados. Por isso, o Chester e o Fiesta se tornam a escolha principal, já que entregam maior rendimento.
Além do peso, essas aves têm um sabor apreciado e uma textura macia, ideais para preparos elaborados, como o tradicional chester assado.
Assim, além de esteticamente imponentes na mesa, elas garantem um consumo mais satisfatório para o período da ceia.
Diferenças entre Chester, Fiesta e o peru
Embora o peru seja uma das aves tradicionais das festas, na verdade a ceia costuma ser feita com aves maiores, como o Chester e o Fiesta, que competem em popularidade.
Enquanto o peru tem uma fama histórica, o Chester e o Fiesta aliaram a genética à oferta do mercado para ganhar espaço nas comemorações.
Essa substituição também está atrelada ao preço e à facilidade de preparo que essas aves oferecem aos consumidores.
Genética e mercado: perspectiva para o futuro das aves na ceia
A indústria avícola investe em genética para produzir aves maiores e com um melhor aproveitamento, atendendo a demanda crescente das festas.
Essa tecnologia é responsável por garantir que o Chester e o Fiesta continuem sendo sinônimos de qualidade e fartura para os brasileiros no Natal.
Em resumo, o Chester e o Fiesta não são diferentes do frango comum, mas a seleção genética aplicada os torna opções superiores para quem quer mais carne e sabor na ceia.
Com informações de G1
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