Fabrício Vieira Coelho, conhecido como “Cesar”, foi preso em 23 de dezembro de 2024, em Vila Velha, por liderar um esquema de adulteração de veículos e falsificação de documentos, incluindo Carteiras Nacionais de Habilitação. A operação da Polícia Civil resultou na apreensão de uma caminhonete Toro e equipamentos para falsificação, e a investigação continua para identificar outros membros da quadrilha.
A Polícia Civil prendeu, na última quinta-feira (23), Fabrício Vieira Coelho, vulgo “Cesar”, criminoso apontado como um dos principais adulteradores de veículos da Grande Vitória.
Prisão de Fabrício Vieira Coelho
No dia 23 de dezembro de 2024, a Polícia Civil prendeu Fabrício Vieira Coelho, conhecido como “Cesar”, em um prédio de luxo localizado no bairro Praia de Itaparica, em Vila Velha.
O suspeito é considerado um dos principais responsáveis pela adulteração de veículos na Grande Vitória.
A operação que resultou na prisão foi realizada pela Delegacia Especializada de Furtos e Roubos de Veículos, sob a liderança do delegado Luiz Gustavo Ximenes.
A captura de Fabrício foi divulgada pela polícia na terça-feira (28), gerando repercussão na região.
Durante a abordagem, os agentes apreenderam uma caminhonete Toro, avaliada em cerca de R$ 100 mil, que apresentava sinais de adulteração.
A prisão de Fabrício é um passo significativo nas investigações que visam desmantelar o esquema criminoso que ele liderava.
Equipamentos e Documentos Apreendidos
Durante a operação que resultou na prisão de Fabrício Vieira Coelho, a Polícia Civil apreendeu diversos equipamentos utilizados para a adulteração de veículos e falsificação de documentos.
Entre os itens confiscados estavam impressoras a laser, notebooks e celulares, além de materiais específicos para a falsificação de chassis e gabaritos.
Os agentes também encontraram uma série de documentos falsificados, incluindo Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) e licenciamentos, que eram utilizados para legalizar veículos adulterados e colocá-los novamente em circulação.
Essa apreensão evidencia a complexidade e a organização do esquema criminoso liderado por Fabrício.
O delegado Luiz Gustavo Ximenes destacou que Fabrício não apenas adulterava veículos, mas também falsificava documentos públicos, utilizando um sistema sofisticado para reproduzir padrões de chassis e outros elementos identificadores.
A investigação continua em busca de outros integrantes da quadrilha e para desmantelar completamente essa rede criminosa.
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